Do cinco estrelas a um hostel em Main Bazzar em Delhi. Vacas, motos, mochileiros e vagabundos. You name it.
From Teofilo Otoni to New York, I talk about shopping, food, traveling and all the superficial things of life.
India in 10 pictures - A mulher sempre espera
Para nascer
Para crescer
Para casar
Neste caso, a noiva espera umas cinco horas antes de poder descer e receber a aliança de seu noivo. Depois, mais quatro meses até o casamento e ela poder dar o primeiro beijo de sua vida!
India in 10 pictures - Olha o niver do táxi
Os táxis mais baratos da cidade são triciclos abertos que te levam a curtas-médias distância por 1 ou 2 dólares.
India in 10 pictures - Disparities
Lá fora, o caos e a desordem de uma rua sem asfalto. No hotel, uma deliciosa piscina de 25 metros onde eu nadava pelas manhãs a USD 200/dia.
India in 10 pictures - Gordom Ramsay's Plane Food
Vem tudo empacotadinho para vc levar no avião. Eu simplesmente virei fã. Apenas no Terminal 5 de Heathrow.
A few thoughts on us.. women. Ainda somos o segundo sexo
Ontem, visitando o Taj Majal, observei que a tumba de Shah Jahan é mais alta que a de Mumtaz Mahal. Ou seja, embora ele tenha construído o mausouleum em homenagem a ela, sua esposa favorita, ele fez sua tumba mais alta. E isso é assim... na India e no resto do mundo. Nós ainda estamos por baixo. Somos vítimas e criadoras desta situação e eu não sei se mais ajudo ou atrapalho esta causa. Nunca fui tão questionada como nos últimos dias por que eu, aos 32 anos (OMG!!!!!) continuava solteira e sem marido. E sozinha na India. Fui olhada como uma extra-terrestre, um olho só. Por vezes eu me senti orgulhosa, outras envergonhada de meu status. As mulheres indianas não são tontas. Elas apenas aceitam a vida como ela é. Conversando com a irmã de um amigo a caminho do noivado da prima. Casamento arranjado pelos tios.
Alexa: So, are you going to marry in an arranged marriage as well?
Ela: Oh, yes. That's how it is in our family.
Alexa: Really? Aren't you scared?
Ela: Why should I?
Este diálogo eu tive ao menos com cinco mulheres diferentes e elas são MUITO felizes. Elas não têm o meu medo ridículo de se casar, de me arrepender, de ser infeliz, de fazer alguém infeliz. Elas simplesmente vivem a vida como foi planejado pelos homens da família. Claro, temos aí dois lados de uma mesma moeda. Se elas se apaixonarem por alguém neste ínterim, pode esquecer. Nem por cima do cadáver do pai e dos irmãos ela poderá se casar. Mas a Índia é um país diverso, e uma Índia moderna se vê em todos os lados. As mulheres que conheci em restaurantes da moda ou clubs são como qualquer ocidental: lutando por sua identidade num país de costumes tão ortodoxos. Para saber mais, leia o chick flick Almost Single... espécie de Sex & City indiano superrealista.
PS: meu novo chefe VP tem 14 direct reports. Apenas 4 somos mulheres, incluindo sua secretária. Te diz alguma coisa?
Ontem, visitando o Taj Majal, observei que a tumba de Shah Jahan é mais alta que a de Mumtaz Mahal. Ou seja, embora ele tenha construído o mausouleum em homenagem a ela, sua esposa favorita, ele fez sua tumba mais alta. E isso é assim... na India e no resto do mundo. Nós ainda estamos por baixo. Somos vítimas e criadoras desta situação e eu não sei se mais ajudo ou atrapalho esta causa. Nunca fui tão questionada como nos últimos dias por que eu, aos 32 anos (OMG!!!!!) continuava solteira e sem marido. E sozinha na India. Fui olhada como uma extra-terrestre, um olho só. Por vezes eu me senti orgulhosa, outras envergonhada de meu status. As mulheres indianas não são tontas. Elas apenas aceitam a vida como ela é. Conversando com a irmã de um amigo a caminho do noivado da prima. Casamento arranjado pelos tios.
Alexa: So, are you going to marry in an arranged marriage as well?
Ela: Oh, yes. That's how it is in our family.
Alexa: Really? Aren't you scared?
Ela: Why should I?
Este diálogo eu tive ao menos com cinco mulheres diferentes e elas são MUITO felizes. Elas não têm o meu medo ridículo de se casar, de me arrepender, de ser infeliz, de fazer alguém infeliz. Elas simplesmente vivem a vida como foi planejado pelos homens da família. Claro, temos aí dois lados de uma mesma moeda. Se elas se apaixonarem por alguém neste ínterim, pode esquecer. Nem por cima do cadáver do pai e dos irmãos ela poderá se casar. Mas a Índia é um país diverso, e uma Índia moderna se vê em todos os lados. As mulheres que conheci em restaurantes da moda ou clubs são como qualquer ocidental: lutando por sua identidade num país de costumes tão ortodoxos. Para saber mais, leia o chick flick Almost Single... espécie de Sex & City indiano superrealista.
PS: meu novo chefe VP tem 14 direct reports. Apenas 4 somos mulheres, incluindo sua secretária. Te diz alguma coisa?
India - muitas emocoes, e sem acentos
No momento em que escrevo, nao no momento em que posto, eu amo a India. Eu ja odiei a India hoje por seu calor, sua gente aproveitadora e por seu caos. Estou no restaurante Mosaic em Connaught Place. Connaught Place 'e um shopping a ceu aberto que tem de Cartier a livros usados espalhados pelo chao.
Cheguei ate aqui de metro, uma das maravilhas modernas de Delhi, que transporta centenas de milhoes de pessoas todos os dias. A cidade tem melhor infra-estrutura que Bangalore (o que nao 'e muito dificil). Hoje fazem 41C. Creio que desde Petrolina, onde fui de carro com a familia, nunca mais eu vivi sob o sol de 40C. Meu hotel, Vivek, fica na Main Bazzar, uma rua estreita que democraticamnente divide seu espaco com bicis, pessoas, carros, motos, taxis, vendedores ambulantes e vacas. Por USD 13 por dia eu tenho pouso, ar e chuveiro. Tudo parece confortavel. E os mochileiros europeus tem um blast de ver tanta pobreza junta. To fora. Eu preciso de um pouco de luxo hoje a noite. Fiz manicure e cabelo no Looks, em meio a Khan Market e estou a caminho do Agni, no The Park Hotel. Aqui a endinheirada india vem escutar musica eletronica remixada com seus classicos. Eu posso te dizer: MUITO bom!
Pontos altos:Amici Cafe: pizzas, cafes e ambiente italiano. Um little stop depois de muito curry.
No momento em que escrevo, nao no momento em que posto, eu amo a India. Eu ja odiei a India hoje por seu calor, sua gente aproveitadora e por seu caos. Estou no restaurante Mosaic em Connaught Place. Connaught Place 'e um shopping a ceu aberto que tem de Cartier a livros usados espalhados pelo chao.
Cheguei ate aqui de metro, uma das maravilhas modernas de Delhi, que transporta centenas de milhoes de pessoas todos os dias. A cidade tem melhor infra-estrutura que Bangalore (o que nao 'e muito dificil). Hoje fazem 41C. Creio que desde Petrolina, onde fui de carro com a familia, nunca mais eu vivi sob o sol de 40C. Meu hotel, Vivek, fica na Main Bazzar, uma rua estreita que democraticamnente divide seu espaco com bicis, pessoas, carros, motos, taxis, vendedores ambulantes e vacas. Por USD 13 por dia eu tenho pouso, ar e chuveiro. Tudo parece confortavel. E os mochileiros europeus tem um blast de ver tanta pobreza junta. To fora. Eu preciso de um pouco de luxo hoje a noite. Fiz manicure e cabelo no Looks, em meio a Khan Market e estou a caminho do Agni, no The Park Hotel. Aqui a endinheirada india vem escutar musica eletronica remixada com seus classicos. Eu posso te dizer: MUITO bom!
Pontos altos:Amici Cafe: pizzas, cafes e ambiente italiano. Um little stop depois de muito curry.
BANGALORE - DAY 1


Eu escutei a vida inteira as pessoas dizendo que a Índia tinha seu cheiro próprio. E tem. É cheiro de curry, de suor, de leite de coco, de terra, tudo misturado. As ruas são inacreditavelmente esburacadas, sem lei, sem sinal, sem faixa para pedrestre. Motos, bicicletas, carros e táxi misturam-se a mulheres de sari e homens mal-encarados. Sem julgamento. Mas é como estar em Juazeiro do Norte, só que na frente do prédio da Microsoft. O Y! aqui tem mais de 2 mil funcionários, que trabalham em projetos para os EUA e Europa além de claro, a própria Índia. São safos e baratos. Assim como no Brasil, na rua a pobreza e dentro dos hotéis um oásis para os visitantes.
Café-da-manhã: indiano sabe fazer iogurte. Americanos, aprendam!
Almoço: E eu que me achava macho para car... não aguentei terminar nem metade do meu almoço no refeitório do Y!. Até o arroz ardia. Graças a Deus que os indianos tem o chai.
Eu escutei a vida inteira as pessoas dizendo que a Índia tinha seu cheiro próprio. E tem. É cheiro de curry, de suor, de leite de coco, de terra, tudo misturado. As ruas são inacreditavelmente esburacadas, sem lei, sem sinal, sem faixa para pedrestre. Motos, bicicletas, carros e táxi misturam-se a mulheres de sari e homens mal-encarados. Sem julgamento. Mas é como estar em Juazeiro do Norte, só que na frente do prédio da Microsoft. O Y! aqui tem mais de 2 mil funcionários, que trabalham em projetos para os EUA e Europa além de claro, a própria Índia. São safos e baratos. Assim como no Brasil, na rua a pobreza e dentro dos hotéis um oásis para os visitantes.
Café-da-manhã: indiano sabe fazer iogurte. Americanos, aprendam!
Almoço: E eu que me achava macho para car... não aguentei terminar nem metade do meu almoço no refeitório do Y!. Até o arroz ardia. Graças a Deus que os indianos tem o chai.
A caminho das Índias

Saí de Miami ontem as 8h45 da noite com o coração na mão. Nunca havia feito um viagem tão longe e para um país estranho, onde não falo a língua nem conheço ninguém que não seja do trabalho. Ao mesmo tempo, excitadíssima. Tentei comprar os livros que o Naipaul publicou sobre a India mas nenhuma livraria que não seja a Amazon é confiável hoje em dia. Sentei-me ao lado de um professor universitário e, como sempre, tive sorte o suficiente para não ter ninguém entre nós. Dormi quase como um anjinho.
O Heathrow dá um banho em qualquer aeroporto do mundo, né? Os bins para colocar objetos são automáticos, a Harrod's é o máximo e incomprável e a banca de revistas é gigante. Melhor: Gordon Ramsay Plane Food. O restaurante tenta ser o mais possível um.. eh... restaurante. E isso é muito difícil em qualquer shopping ou aeroporto. Comi pães frescos com manteiga e ovos no ponto. O melhor é que eles empacotam seu almoço ou jantar para viagem em simpáticas sacolinhas laranja. Só de não comer a comida do avião eu sou a pessoa mais feliz do mundo!
Saí de Miami ontem as 8h45 da noite com o coração na mão. Nunca havia feito um viagem tão longe e para um país estranho, onde não falo a língua nem conheço ninguém que não seja do trabalho. Ao mesmo tempo, excitadíssima. Tentei comprar os livros que o Naipaul publicou sobre a India mas nenhuma livraria que não seja a Amazon é confiável hoje em dia. Sentei-me ao lado de um professor universitário e, como sempre, tive sorte o suficiente para não ter ninguém entre nós. Dormi quase como um anjinho.
O Heathrow dá um banho em qualquer aeroporto do mundo, né? Os bins para colocar objetos são automáticos, a Harrod's é o máximo e incomprável e a banca de revistas é gigante. Melhor: Gordon Ramsay Plane Food. O restaurante tenta ser o mais possível um.. eh... restaurante. E isso é muito difícil em qualquer shopping ou aeroporto. Comi pães frescos com manteiga e ovos no ponto. O melhor é que eles empacotam seu almoço ou jantar para viagem em simpáticas sacolinhas laranja. Só de não comer a comida do avião eu sou a pessoa mais feliz do mundo!
36 horas em Atlanta, Georgia - Parte I

Cheguei ontem por volta do meio-dia e fui direto ao escritorio do Yahoo, que fica ha pelo menos 30 minutos do centro da cidade. Eh um escritorio pequeno, com menos de 90 pessoas focado apenas em vendas. Passei o dia inteiro trancada com meus coleguinhas americanos, brancos moradores de "suburbia"*. Na cidade negra, o perfil de todo o escritorio 'e o mesmo: entre 30 e 45, branco, morador de casas de 250 - 500 metros quadrados em algum dos diversos suburbios de Atlanta. Downtown eh para jovens ou negros ou hipsters. A noite jantamos num destes restaurantes parte do centro comercial de "suburbia". A garconete, brasiliense e que adorava usar a palavra "outstanding", nos oferecia file aux poivre com frutos do mar!
Great start.
Meu hotel eh o The Glenn Hotel, no meio de downtown. Chique, pequeno, Small Luxury Hotels of the World. Well, when they say small, they mean it.
*meus coleuguinhas eram o m-a-x-i-m-o! Fazem para os EUA o que eu faco para Latin America. Com a diferenca que seus deals sao alguns milhoezinhos de dolares a mais. Ou seja, eles merecem uma casinha com piscina na suburbia.
Cheguei ontem por volta do meio-dia e fui direto ao escritorio do Yahoo, que fica ha pelo menos 30 minutos do centro da cidade. Eh um escritorio pequeno, com menos de 90 pessoas focado apenas em vendas. Passei o dia inteiro trancada com meus coleguinhas americanos, brancos moradores de "suburbia"*. Na cidade negra, o perfil de todo o escritorio 'e o mesmo: entre 30 e 45, branco, morador de casas de 250 - 500 metros quadrados em algum dos diversos suburbios de Atlanta. Downtown eh para jovens ou negros ou hipsters. A noite jantamos num destes restaurantes parte do centro comercial de "suburbia". A garconete, brasiliense e que adorava usar a palavra "outstanding", nos oferecia file aux poivre com frutos do mar!
Great start.
Meu hotel eh o The Glenn Hotel, no meio de downtown. Chique, pequeno, Small Luxury Hotels of the World. Well, when they say small, they mean it.
*meus coleuguinhas eram o m-a-x-i-m-o! Fazem para os EUA o que eu faco para Latin America. Com a diferenca que seus deals sao alguns milhoezinhos de dolares a mais. Ou seja, eles merecem uma casinha com piscina na suburbia.
A lista de livros que quero comprar é tão grande quanto a lista de livros que já estão empilhados na minha cabeceira. Por que somos assim meu Deus?
1. Not Becoming My Mother: and Other Things She Taught Me Along the Way - Ruth Reichl; Hardcover
2. PrimeTime Women: How to Win the Hearts, Minds, and Business of Boomer Big Spenders - Marti Barletta; Hardcover
3. Don't Think Pink: What Really Makes Women Buy -- and How to Increase Your Share of This Crucial Market - Lisa Johnson; Hardcove
4. In Pursuit of Elegance: Why the Best Ideas Have Something Missing - Matthew E. May; Hardcover
5. The Book of Laughter and Forgetting - Milan Kundera; Paperback
6. On Bullshit - Harry G. Frankfurt; Hardcover
7. Things I have learned in my life so far - Stefan Sagmeister; Paperback
1. Not Becoming My Mother: and Other Things She Taught Me Along the Way - Ruth Reichl; Hardcover
2. PrimeTime Women: How to Win the Hearts, Minds, and Business of Boomer Big Spenders - Marti Barletta; Hardcover
3. Don't Think Pink: What Really Makes Women Buy -- and How to Increase Your Share of This Crucial Market - Lisa Johnson; Hardcove
4. In Pursuit of Elegance: Why the Best Ideas Have Something Missing - Matthew E. May; Hardcover
5. The Book of Laughter and Forgetting - Milan Kundera; Paperback
6. On Bullshit - Harry G. Frankfurt; Hardcover
7. Things I have learned in my life so far - Stefan Sagmeister; Paperback
E então Alexal vai pra terapia...
Por anos escutei de amigos e inimigos que eu deveria fazer terapia. Os motivos, you name it. E eu sempre adiava. Não por achar que não precisasse mas muito mais porque dá trabalho ir toda semana contar a um estranho coisas que você prefere esquecer. Mas hoje eu fui lá. Chorei um pouquinho, contei os problemas superficiais (os incrustrados a pobre vai ter que descobrir sozinha) e ela deu o veredito final: baby, you're healthy!
Nã nã ni não! Agora que eu comecei.. não vem com este papinho de healthy nega. Ao menos vou usar as 10 sessões grátis que a firma paga.
Por anos escutei de amigos e inimigos que eu deveria fazer terapia. Os motivos, you name it. E eu sempre adiava. Não por achar que não precisasse mas muito mais porque dá trabalho ir toda semana contar a um estranho coisas que você prefere esquecer. Mas hoje eu fui lá. Chorei um pouquinho, contei os problemas superficiais (os incrustrados a pobre vai ter que descobrir sozinha) e ela deu o veredito final: baby, you're healthy!
Nã nã ni não! Agora que eu comecei.. não vem com este papinho de healthy nega. Ao menos vou usar as 10 sessões grátis que a firma paga.
Aula e conversa sobre a Cozinha Mexicana, com Lourdes Hernandez
A minha amiga Lourdes Hernandez estará ministrando uma aula de cozinha mexicana que você não pode perder!
"Seguindo o caminho dos ingredientes e das técnicas nele implicadas vamos falar de cozinha mexicana e paralelos gastronômicos." Não consigo deixar de pensar na cozinha como uma geografia poética, onde ingredientes parecidos atendem por nomes diferentes, e até podem ser descritos com palavras cujos significados podem soar divertidamente opostos. Minha aula vai recuperar três ingredientes bem conhecidos no México para fazer um prato contemporâneo:
- Arroz ( com textura cremosa )
- Cuitlacoche ( iguaria proveniente da fermentação do milho)
- Rabada
Os três já pertenceram à velha cozinha popular, mas nesta receita vão coincidir para iluminar um prato da nova cozinha mexicana."
Mais:
R$ 180
11 de Maio, 2ª. feira : das 19 às 22 horas
11 30631592
11 30829151
www.wkcozinha.com.br
A minha amiga Lourdes Hernandez estará ministrando uma aula de cozinha mexicana que você não pode perder!
"Seguindo o caminho dos ingredientes e das técnicas nele implicadas vamos falar de cozinha mexicana e paralelos gastronômicos." Não consigo deixar de pensar na cozinha como uma geografia poética, onde ingredientes parecidos atendem por nomes diferentes, e até podem ser descritos com palavras cujos significados podem soar divertidamente opostos. Minha aula vai recuperar três ingredientes bem conhecidos no México para fazer um prato contemporâneo:
- Arroz ( com textura cremosa )
- Cuitlacoche ( iguaria proveniente da fermentação do milho)
- Rabada
Os três já pertenceram à velha cozinha popular, mas nesta receita vão coincidir para iluminar um prato da nova cozinha mexicana."
Mais:
R$ 180
11 de Maio, 2ª. feira : das 19 às 22 horas
11 30631592
11 30829151
www.wkcozinha.com.br
Subscribe to:
Posts (Atom)